O tempo não cura o não resolvido!
Podemos jogar no inconsciente o que nos machucou e inferniza, mas a energia negativa destessentimentos, emoções e vivências,rompe o bloqueio e se manifesta como doença, dor e stress!
Tudo fica registrado em arquivo na mente, no corpo, na energia; é este passado que gera nossas condutas e resistências, nossos impulsos, medos e raivas, nossa agressividade e depressão, nossas doenças físicas e mentais!
É inútil querer “deixar quieto” é inútil tentar esquecer; no mental é preciso reconhecer, no emocional é preciso desabafar, na energia é preciso desbloquear; só assim se criam as condições para a cura e o “bem viver”!
(Autor desconhecido)
28 de setembro de 2007
MÃES MÁS...

Um dia, quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes: "Eu os amei o suficiente para ter perguntado: onde vão, com quem vão e a que horas regressarão".Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio, e fazer com que eles soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.Eu os amei o suficiente para fazê-los pagar pelas balas que tiraram da mercearia, ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: "Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar".Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé duas horas junto deles, enquanto limpavam o quarto: tarefa que eu teria feito em 15 minutos.Eu os amei o suficiente para deixá-los ver além do amor que eu sentia por eles, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.Eu os amei o suficiente para deixá-los assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração. Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes NÃO, quando eu sabia que poderiam me odiar por isso - e em alguns momentos até me odiaram. Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.Estou contente, venci... porque no final eles venceram também! E qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e as mães, meus filhos vão lhes dizer, quando eles lhes perguntarem se a sua mãe era má: "Sim... Nossa mãe era má! Era a mãe mais má do mundo...
" As outras crianças comiam doces no café da manhã, e nós tínhamos de comer cereais, ovos e torradas.As outras crianças bebiam refrigerantes, comiam batatas fritas e sorvete no almoço, e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. E ela obrigava-nos a jantar à mesa, bem diferente das outras mães, que deixavam os filhos comerem vendo televisão. Ela insistia em saber onde nós estávamos a toda hora - tocava nosso celular de madrugada. Era quase uma prisão; mamãe tinha que saber quem eram os nossos amigos e o que eles faziam. Insistia que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorasse só uma hora ou até menos. Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela violou as leis de trabalho infantil. Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e todo o tipo de trabalhos que achávamos cruéis. Eu acho que ela dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer. Ela insistia sempre conosco para lhe dizermos a verdade, e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, ela até conseguia ler nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata. Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que nós saíssemos. Tinham que subir, bater à porta para ela os conhecer. Enquanto todos podiam voltar à noite com 12, 13 anos, nós tivemos de esperar pelos 16 para chegar mais tarde, e aquela "chata" levantava para saber se a festa foi boa - só para ver como estávamos ao voltar. Por causa de mãe, nós perdemos algumas experiências da adolescência. Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubos, atos de vandalismo, violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime. Foi tudo por causa dela. Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo o nosso melhor para sermos "Pais Maus", tal como a nossa mãe foi. Eu acho que é um dos males do mundo de hoje: não há suficientes ..."MÃES MÁS".
Autor Desconhecido
" As outras crianças comiam doces no café da manhã, e nós tínhamos de comer cereais, ovos e torradas.As outras crianças bebiam refrigerantes, comiam batatas fritas e sorvete no almoço, e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. E ela obrigava-nos a jantar à mesa, bem diferente das outras mães, que deixavam os filhos comerem vendo televisão. Ela insistia em saber onde nós estávamos a toda hora - tocava nosso celular de madrugada. Era quase uma prisão; mamãe tinha que saber quem eram os nossos amigos e o que eles faziam. Insistia que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorasse só uma hora ou até menos. Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela violou as leis de trabalho infantil. Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e todo o tipo de trabalhos que achávamos cruéis. Eu acho que ela dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer. Ela insistia sempre conosco para lhe dizermos a verdade, e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, ela até conseguia ler nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata. Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que nós saíssemos. Tinham que subir, bater à porta para ela os conhecer. Enquanto todos podiam voltar à noite com 12, 13 anos, nós tivemos de esperar pelos 16 para chegar mais tarde, e aquela "chata" levantava para saber se a festa foi boa - só para ver como estávamos ao voltar. Por causa de mãe, nós perdemos algumas experiências da adolescência. Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubos, atos de vandalismo, violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime. Foi tudo por causa dela. Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo o nosso melhor para sermos "Pais Maus", tal como a nossa mãe foi. Eu acho que é um dos males do mundo de hoje: não há suficientes ..."MÃES MÁS".
Autor Desconhecido
Vale a pena ler...
Vale a pena ler..., refletir um pouco de como estamos conduzindo nossas
vidas....
O paradoxo do Nosso Tempo - George Carlin Nós bebemos demais, fumamos
demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados
até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco,
assistimos TV demais e rezamos raramente. Multiplicamos nossos bens, mas
reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos
frequentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver. Adicionamos anos
à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos
dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o
espaço, mas não nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas
pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o
átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos;
planejamos mais, mas realizamos menos. Aprendemos a nos apressar e não, a
esperar. Construímos mais computadores para armazenar mais informação,
produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na
era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno;
excesso de reuniões e relações vazias. Essa é a era de dois empregos,
vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das
viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros
ocos e das pílulas "mágicas". Um momento de muita coisa na vitrine e muito
pouco na dispensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te
permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'. Lembre-se de
passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para
sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um
centavo sequer. Lembre-se de dizer "eu te amo" à sua companheira(o) e às
pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, Ame... AME MUITO. Um beijo e um
abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. O segredo da vida não é ter
tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!!!
vidas....
O paradoxo do Nosso Tempo - George Carlin Nós bebemos demais, fumamos
demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados
até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco,
assistimos TV demais e rezamos raramente. Multiplicamos nossos bens, mas
reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos
frequentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver. Adicionamos anos
à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos
dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o
espaço, mas não nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas
pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o
átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos;
planejamos mais, mas realizamos menos. Aprendemos a nos apressar e não, a
esperar. Construímos mais computadores para armazenar mais informação,
produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na
era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno;
excesso de reuniões e relações vazias. Essa é a era de dois empregos,
vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das
viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros
ocos e das pílulas "mágicas". Um momento de muita coisa na vitrine e muito
pouco na dispensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te
permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'. Lembre-se de
passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para
sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um
centavo sequer. Lembre-se de dizer "eu te amo" à sua companheira(o) e às
pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, Ame... AME MUITO. Um beijo e um
abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. O segredo da vida não é ter
tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!!!
25 de setembro de 2007
Felicidade...
Martha Medeiros
Uma notinha instigante na Zero Hora de 30/09: foi realizado em Madri o Primeiro Congresso Internacional da Felicidade,e a conclusão dos congressistas foi que a felicidade só é alcançada depois dos 35 anos. Quem participou desse encontro?Psicólogos, sociólogos, artistas de circo? Não sei. Mas gostei do resultado.A maioria das pessoas, quando são questionadas sobre o assunto, dizem:"Não existe felicidade, existem apenas momentos felizes". É o que eu pensava quando habitava a caverna dos 17 anos,para onde não voltaria nem puxada pelos cabelos. Era angústia, solidão,impasses e incertezas pra tudo quanto era lado,minimizados por um garden party de vez em quando, um campeonato de tênis,um feriadão em Garopaba. Os tais momentosfelizes.Adolescente é buzinado dia e noite: tem que estudar para o vestibular, aprender inglês, usar camisinha, dizer não àsdrogas, não beber quando dirigir, dar satisfação aos pais, ler livros que não quer e administrar dezenas de paixõesfulminantes e rompimentos. Não tem grana para ter o próprio canto, costuma deprimir-se de segunda a sexta e só sediverte aos sábados, em locais onde sempre tem fila. É o apocalipse.Felicidade, onde está você? Aqui, na casa dos 30 e sua vizinhança.Está certo que surgem umas ruguinhas, umas mechas brancas e a barriga salienta-se, mas é um preço justo para o que seganha em troca.Pense bem: depois dos 30, você paga do próprio bolso o que come e o que veste. Vira-se no inglês, no francês, no italiano e no iídiche, e ai de quem rir do seu sotaque. Nãotenta mais o suicídio quando um amor não dácerto, enjoou do cheiro da maconha, apaixonou-se por literatura, trocou sua mochila por uma Samsonite e não precisa da autorização de ninguém para assistir ao canal da Playboy. Talvez não tenha se tornado o bam-bam-bam que sonhou um dia, mas reconhece o rosto que vê no espelho, sabe de quem se trata e simpatiza com o cara.Depois que cumprimos as missões impostas no berço, ter uma profissão, casar e procriar, passamos a ser livres, aescrever nossa própria história, a valorizar nossas qualidades e ter um certo carinho por nossos defeitos. Somos ostitulares de nossas decisões. A juventude faz bem para a pele, mas nunca salvou ninguém de ser careta. A maturidade,sim, permite uma certa loucura. Depois dos 35, conforme descobriram os participantes daquele congresso curioso,estamos mais aptos a dizer que infelicidade não existe, o que existe são momentos infelizes. Sai bem mais em conta.
Uma notinha instigante na Zero Hora de 30/09: foi realizado em Madri o Primeiro Congresso Internacional da Felicidade,e a conclusão dos congressistas foi que a felicidade só é alcançada depois dos 35 anos. Quem participou desse encontro?Psicólogos, sociólogos, artistas de circo? Não sei. Mas gostei do resultado.A maioria das pessoas, quando são questionadas sobre o assunto, dizem:"Não existe felicidade, existem apenas momentos felizes". É o que eu pensava quando habitava a caverna dos 17 anos,para onde não voltaria nem puxada pelos cabelos. Era angústia, solidão,impasses e incertezas pra tudo quanto era lado,minimizados por um garden party de vez em quando, um campeonato de tênis,um feriadão em Garopaba. Os tais momentosfelizes.Adolescente é buzinado dia e noite: tem que estudar para o vestibular, aprender inglês, usar camisinha, dizer não àsdrogas, não beber quando dirigir, dar satisfação aos pais, ler livros que não quer e administrar dezenas de paixõesfulminantes e rompimentos. Não tem grana para ter o próprio canto, costuma deprimir-se de segunda a sexta e só sediverte aos sábados, em locais onde sempre tem fila. É o apocalipse.Felicidade, onde está você? Aqui, na casa dos 30 e sua vizinhança.Está certo que surgem umas ruguinhas, umas mechas brancas e a barriga salienta-se, mas é um preço justo para o que seganha em troca.Pense bem: depois dos 30, você paga do próprio bolso o que come e o que veste. Vira-se no inglês, no francês, no italiano e no iídiche, e ai de quem rir do seu sotaque. Nãotenta mais o suicídio quando um amor não dácerto, enjoou do cheiro da maconha, apaixonou-se por literatura, trocou sua mochila por uma Samsonite e não precisa da autorização de ninguém para assistir ao canal da Playboy. Talvez não tenha se tornado o bam-bam-bam que sonhou um dia, mas reconhece o rosto que vê no espelho, sabe de quem se trata e simpatiza com o cara.Depois que cumprimos as missões impostas no berço, ter uma profissão, casar e procriar, passamos a ser livres, aescrever nossa própria história, a valorizar nossas qualidades e ter um certo carinho por nossos defeitos. Somos ostitulares de nossas decisões. A juventude faz bem para a pele, mas nunca salvou ninguém de ser careta. A maturidade,sim, permite uma certa loucura. Depois dos 35, conforme descobriram os participantes daquele congresso curioso,estamos mais aptos a dizer que infelicidade não existe, o que existe são momentos infelizes. Sai bem mais em conta.
24 de setembro de 2007
Psicologia Cognitivo-Comportamental
PSICOTERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL
PARA ADOLESCENTES, ADULTOS, CASAIS E FAMÍLIA
A terapia cognitivo-comportamental é uma psicoterapia estruturada, direta, de grande eficácia numa larga variedade de perturbações psicológicas, nomeadamente:
Ansiedade;
Tristeza;
Síndrome do Pânico;
Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC);
Fobia Social;
Fobias Específicas (medo de dirigir, de elevador, avião);
Transtorno Alimentar (obesidade, bulimia, anorexia)
Depressão;
Estresse;
Traumas;
Terapia de Casal e Família;
Aconselhamento, etc.
PARA ADOLESCENTES, ADULTOS, CASAIS E FAMÍLIA
A terapia cognitivo-comportamental é uma psicoterapia estruturada, direta, de grande eficácia numa larga variedade de perturbações psicológicas, nomeadamente:
Ansiedade;
Tristeza;
Síndrome do Pânico;
Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC);
Fobia Social;
Fobias Específicas (medo de dirigir, de elevador, avião);
Transtorno Alimentar (obesidade, bulimia, anorexia)
Depressão;
Estresse;
Traumas;
Terapia de Casal e Família;
Aconselhamento, etc.
Geani Marina Hostins
Psicóloga
CRP 08/12319
R: Av. Anita Garibaldi, 1223 - Sala 06 - Cabral - Ctba/Pr
(41)3044-2424/9151-5539
E-mail: geani.prime@hotmail.com
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