4 de outubro de 2007
Quando um cliente procura...
Quando um cliente procura fazer Psicoterapia, geralmente já tentou outras alternativas: remédios que não fizeram efeito, exames que não deram nenhum resultado, viagens que não trouxeram a mesma alegria de antes, práticas religiosas que não deram a melhora esperada.E é assim que ele chega ao consultório: sua motivação principal é sair do sofrimento em que se encontra. Quando o cliente vê a Psicoterapia como sua última alternativa, pode despertar no psicólogo iniciante muita preocupação em não ser mais um na lista dos profissionais procurados.Para não entrar nessa angústia que é do cliente, é preciso esclarecer que o fato deste querer sair do seu sofrimento não quer dizer que queira fazer mudanças em sua maneira de ser. Para o psicólogo isso quer dizer a mesma coisa, uma vez que para ele, não há como sair do sofrimento sem que haja mudanças internas no indivíduo. Acontece que para o cliente a questão não é vista dessa forma. Para ele, o psicólogo já tem a solução para aquilo que ele busca, já possui o alívio para a dor que ele sente. Não é à toa que freqüentemente o psicoterapeuta se vê numa situação difícil quando seus clientes novos o empurram contra a parede perguntando: "Tudo bem, eu já entendi tudo, mas, e então?! Como é que eu faço?" Quando o psicoterapeuta não tem essa resposta na ponta da língua, o cliente se decepciona, fica com raiva, e pode até abandonar a psicoterapia. Provavelmente deve pensar: "ora, mas se ele que é o psicólogo, não sabe como eu vou sair dessa, o que é que eu vou continuar fazendo aqui?"Para o cliente a psicoterapia pode ser a sua salvação. Não raro, o psicólogo pode se colocar como o salvador. Mas esse tipo de relação deixa de ser terapêutica, por não oferecer condições para o cliente se libertar. Dessa forma mantém o cliente na posição daquele que foi salvo, aprisionando-o à sua própria dificuldade de se tornar autônomo.Tudo isso poderia ser diferente se ambos estivessem conscientes dessa diferença de ponto de vista, do âmbito e do limite da responsabilidade de cada um no processo terapêutico. Cabe ao psicólogo compreender a angústia do cliente, mas deixá-lo com ela para que, a partir desta, faça as mudanças necessárias. Cabe ao cliente conscientizar-se de sua responsabilidade no processo de mudança pessoal. Apropriar-se tanto de sua angústia como de quaisquer outros sentimentos produzidos por ele mesmo e que de maneira nenhuma serão retirados pelo psicoterapeuta.Mudanças sempre são vistas como algo terrível e assustador, principalmente porque são indicadoras de que algo anteriormente não estava indo tão bem. Ora, se mudar pode significar melhora, por que o cliente sofre tanto quando esta se processa?Pode ser, em primeiro lugar, porque para o cliente não é clara a diferença entre o que em si mesmo é autêntico e o que não é. Mudar, é antes de mais nada transformar o que há de inautêntico. Para ele, que não tem essa diferenciação consciente, ser confrontado e romper com essa ambivalência, gera grande sofrimento porque é como se estivesse sendo atacado em seu centro. Este é o momento mais delicado, ao meu ver, da relação cliente-psicoterapeuta, pois se a confiança não for sólida, o cliente não suporta esses abalos e rompe seu processo psicoterápico. Como se saindo da situação terapêutica pudesse negar sua necessidade de mudança.Para o psicoterapeuta é um momento de ter bastante cuidado, pois sem a paciência necessária, deixa de ajudar seu cliente. Pode, com sua ansiedade, acelerar o processo que necessita de tempo exato para ocorrer a tão esperada transformação. É o momento de não julgá-lo, nem de apressá-lo. O interessante é que neste instante a vida do cliente fica em suspenso. Os acontecimentos externos se tornam bem pequenos e o tema da psicoterapia passa a ser se ele continua daquele jeito ou não.Outra possibilidade, é que mudar necessita esforço. Muitos clientes gostariam de melhorar magicamente. Outros imaginam até que essa mudança vai se dar de repente, como se não fosse um processo. Como se ao acordarem num determinado dia, depois de um tempo de psicoterapia, estivessem prontos, mudados. Mudar implica em viver perdas, para abrir a possibilidade dos ganhos. Será que aquele que vive e respira sofrimento, está realmente disposto (= sair do posto, sair de sua posição) a enfrentar tudo isso?Ainda exemplificando situações de mudanças, me chamam atenção os clientes que ao se depararem com aquilo que realmente são, sentem-se pressionados a mudar, mas não porque realmente desejam isso para seu crescimento e proveito próprio, mas porque está "errado" ser assim. Mais ainda, quando percebem que não são aceitos desse jeito de ser "errado", ao invés de perceberem que podem se modificar, vêem-se na impossibilidade de existir! Na sua maneira de pensar, entendem que "se eu não sou aceito desse modo, eu então não posso ser, porque não sei ser do outro jeito!"Antes de fazer qualquer mudança é preciso inicialmente, que o cliente se dê conta de como está sua vida. De como são suas relações no mundo. Como vem realizando suas escolhas, se tem atendido às suas decisões ou se à dos outros. Se tem aproveitado a vida, feito dela o melhor que pode. Se ocupa seu tempo com ações que o deixem feliz, se tem um projeto de vida, se suas atitudes são coerente com esse projeto, enfim, é necessário ter um panorama de seu estado.A partir dessa conscientização, o cliente pode lamentar-se muito. Às vezes leva um grande tempo se culpando por não ter visto nada disto antes.Depois aceita porque se vê como responsável (e não mais culpado), por sua vida ter tomado essa direção. E como foi ele quem escolheu esse caminho, pode agora escolher uma nova diretriz de vida. Mais ainda, que essas mudanças ele pode fazer sempre que sentir necessidade, que não depende do outro para isso, pois é livre para fazer de sua vida o que considerar o melhor para si mesmo.
Terapia e Auto conhecimento
Auto-conhecimento:
Um bom terapeuta é aquele que pode ajudar o cliente a encontrar mais significado na vida e desenvolver sua autonomia. Fazendo terapia você aprimora seu potencial verdadeiro superando medos e resistências. Através da terapia você consegue aceitar e entender uma série de aspectos da sua vida, buscando mudar o que não o satisfaz.
Se você tem o desejo de viver uma vida melhor, faça terapia.Não vai se arrepender.
Um bom terapeuta é aquele que pode ajudar o cliente a encontrar mais significado na vida e desenvolver sua autonomia. Fazendo terapia você aprimora seu potencial verdadeiro superando medos e resistências. Através da terapia você consegue aceitar e entender uma série de aspectos da sua vida, buscando mudar o que não o satisfaz.
Se você tem o desejo de viver uma vida melhor, faça terapia.Não vai se arrepender.
Geani Marina Hostins
Psicóloga
CRP 08/12319
R: Av. Anita Garibaldi, 1223 - Sala 06 - Cabral - Ctba/Pr
(41)3044-2424/9151-5539
E-mail: geani.prime@hotmail.com
O que é Psicoterapia?
A psicoterapia é o que acontece num ambiente seguro e confidencial onde você pode falar sobre os seus sentimentos e problemas sem ser julgado ou criticado. É um local onde você e o seu terapeuta “caminham” juntos com o propósito de tornar possível o encontrar das suas próprias respostas.
Neste ambiente seguro e confidencial são abordados problemas de grande importância para si, tais como: separação, luto, dificuldades de relacionamento, depressão, relacionamento familiar, trauma, experiências de abuso, ansiedade, pânico, stress, desenvolvimento pessoal e espiritual.
É também um local para explorar o seu Eu interior; desenvolver a tomada de consciência em relação ao porquê de você ser da maneira que é; para ganhar uma melhor sintonia com as suas emoções; para melhor se compreender e viver a vida de modo mais cheio e rico.
Neste ambiente seguro e confidencial são abordados problemas de grande importância para si, tais como: separação, luto, dificuldades de relacionamento, depressão, relacionamento familiar, trauma, experiências de abuso, ansiedade, pânico, stress, desenvolvimento pessoal e espiritual.
É também um local para explorar o seu Eu interior; desenvolver a tomada de consciência em relação ao porquê de você ser da maneira que é; para ganhar uma melhor sintonia com as suas emoções; para melhor se compreender e viver a vida de modo mais cheio e rico.
Quando Fazer Terapia???
Sente-se mal fisicamente ou tem dores sem uma explicação médica concreta
Familiares, colegas ou pessoas amigas já lhe sugeriram que procurasse ajuda
Não se sente feliz no dia-a-dia
É-lhe difícil estabelecer relações cordiais com os outros
Tem dificuldade em relaxar e dormir
Sente-se sempre cansado ou preocupado
Perdeu o interesse por tudo, tem uma sensação de vazio ou está sempre triste
Irrita-se facilmente com os outros, podendo ter explosões de mau humor ou raiva
Acha que ninguém o compreende
Pensa que as outras pessoas não gostam de si
Esquece-se frequentemente de compromissos e tarefas
Distraí-se facilmente e é propenso a erros frequentes
Sente-se muito nervoso ou perturbado e foge à mínima contrariedade
É incapaz de tomar uma decisão importante
Sofreu um trauma ou problema grave ou uma mudança radical na sua vida
Sofre de medos e fobias que lhe limitam a sua autonomia e liberdade de acção
Pôs em perigo a sua vida ou a dos outros
Não consegue estabelecer relações amorosas ou sexuais satisfatórias
Vê ou ouve coisas que ninguém vê ou interpreta acontecimentos de forma invulgar ou rara
Qualquer mudança no seu quotidiano o altera
Familiares, colegas ou pessoas amigas já lhe sugeriram que procurasse ajuda
Não se sente feliz no dia-a-dia
É-lhe difícil estabelecer relações cordiais com os outros
Tem dificuldade em relaxar e dormir
Sente-se sempre cansado ou preocupado
Perdeu o interesse por tudo, tem uma sensação de vazio ou está sempre triste
Irrita-se facilmente com os outros, podendo ter explosões de mau humor ou raiva
Acha que ninguém o compreende
Pensa que as outras pessoas não gostam de si
Esquece-se frequentemente de compromissos e tarefas
Distraí-se facilmente e é propenso a erros frequentes
Sente-se muito nervoso ou perturbado e foge à mínima contrariedade
É incapaz de tomar uma decisão importante
Sofreu um trauma ou problema grave ou uma mudança radical na sua vida
Sofre de medos e fobias que lhe limitam a sua autonomia e liberdade de acção
Pôs em perigo a sua vida ou a dos outros
Não consegue estabelecer relações amorosas ou sexuais satisfatórias
Vê ou ouve coisas que ninguém vê ou interpreta acontecimentos de forma invulgar ou rara
Qualquer mudança no seu quotidiano o altera
Transtorno de Pânico

O transtorno de pânico é uma doença de caráter crônico e caracteriza-se por ataques repentinos de ansiedade, acompanhado de vários sintomas físicos como: vertigem, taquicardia, suor excessivo, dispnéia, mãos frias, calafrios, dor no peito, desrealização, despersonalização, sensação de desmaio e outros sintomas. As pessoas acreditam que estão passando mal e que podem morrer, perder o controle e/ou enlouquecer.
As crises geralmente começam de forma gradual. E junto com as crises vem a preocupação e o medo de ter um novo ataque de pânico, que faz com que o indivíduo recorra a comportamentos de evitação e/ou fuga que invariavelmente limitam a mobilidade e autonomia de uma forma geral. A vida pessoal, profissional e afetiva passa a ser gravemente comprometida, pois já não conseguem sair, passar por certos lugares, usar transportes públicos, fazer compras, ir a bancos, etc. A pessoa acredita que, se algo acontecer em uma dessas situações, não poderão se salvar e então é melhor evitá-las.
Com relação a um possível início, pesquisas mostram que o transtorno de pânico tende a se manifestar no final da adolescência e início da idade adulta. Alguns autores falam de dois períodos críticos para o desenvolvimento deste transtorno, um em torno do início da idade adulta e outro período em torno da meia-idade.
Como possíveis causas, estudos sugerem que os ataques de pânico derivam de interpretações catastróficas sobre algumas manifestações corporais. A interpretação de perigo frente a um determinado sintoma (taquicardia, vertigem ou sudorese, por exemplo), dispararia ou aumentaria as sensações corporais, confirmando assim, o "perigo", gerando mais interpretações catastróficas e mais ansiedade.
Outras pesquisas mostram que situações estressantes e traumáticas também podem desencadear o primeiro ataque de pânico. Eventos de vida negativos, perda ou doença grave de um ente querido, separações traumáticas e/ou repentinas podem ser situações precipitadoras de pânico. Mas, como nem todas as pessoas que vivem tais acontecimentos apresentam pânico, é importante investigar mais profundamente a história de vida dessa pessoa, fatores de personalidade (passividade, dependência, etc), padrões de funcionamento frente à vida e crenças a respeito de si e do mundo.
Atualmente, com os diversos avanços das pesquisas na área, a combinação de psicofármacos e Terapia Cognitivo-Comportamental vem se mostrando como a mais eficiente no tratamento do transtorno do pânico. Estudos comprovam que a TCC pode modificar o curso da doença, não só aumentando o intervalo entre as crises, mas também trabalhando as causas do pânico, o controle dos sintomas ansiosos e prevenindo possíveis recaídas.
As crises geralmente começam de forma gradual. E junto com as crises vem a preocupação e o medo de ter um novo ataque de pânico, que faz com que o indivíduo recorra a comportamentos de evitação e/ou fuga que invariavelmente limitam a mobilidade e autonomia de uma forma geral. A vida pessoal, profissional e afetiva passa a ser gravemente comprometida, pois já não conseguem sair, passar por certos lugares, usar transportes públicos, fazer compras, ir a bancos, etc. A pessoa acredita que, se algo acontecer em uma dessas situações, não poderão se salvar e então é melhor evitá-las.
Com relação a um possível início, pesquisas mostram que o transtorno de pânico tende a se manifestar no final da adolescência e início da idade adulta. Alguns autores falam de dois períodos críticos para o desenvolvimento deste transtorno, um em torno do início da idade adulta e outro período em torno da meia-idade.
Como possíveis causas, estudos sugerem que os ataques de pânico derivam de interpretações catastróficas sobre algumas manifestações corporais. A interpretação de perigo frente a um determinado sintoma (taquicardia, vertigem ou sudorese, por exemplo), dispararia ou aumentaria as sensações corporais, confirmando assim, o "perigo", gerando mais interpretações catastróficas e mais ansiedade.
Outras pesquisas mostram que situações estressantes e traumáticas também podem desencadear o primeiro ataque de pânico. Eventos de vida negativos, perda ou doença grave de um ente querido, separações traumáticas e/ou repentinas podem ser situações precipitadoras de pânico. Mas, como nem todas as pessoas que vivem tais acontecimentos apresentam pânico, é importante investigar mais profundamente a história de vida dessa pessoa, fatores de personalidade (passividade, dependência, etc), padrões de funcionamento frente à vida e crenças a respeito de si e do mundo.
Atualmente, com os diversos avanços das pesquisas na área, a combinação de psicofármacos e Terapia Cognitivo-Comportamental vem se mostrando como a mais eficiente no tratamento do transtorno do pânico. Estudos comprovam que a TCC pode modificar o curso da doença, não só aumentando o intervalo entre as crises, mas também trabalhando as causas do pânico, o controle dos sintomas ansiosos e prevenindo possíveis recaídas.
Transtorno de Ansiedade Generalizada
O que é?
A ansiedade generalizada tem como característica predominante uma preocupação excessiva com relação a um ou mais eventos ou atividades da vida cotidiana. Essa ansiedade ocorre na maior parte do tempo e a pessoa considera difícil controlá-la.
Estar preocupado então não é normal?Na ansiedade normal, as preocupações são mais fáceis de serem controladas, podem ser adiadas e são menos propensas de virem acompanhadas de sintomas físicos. No TAG, as preocupações são mais difíceis de serem controladas, são mais invasivas, pronunciadas, aflitivas, duradouras e interferem de modo significativo no funcionamento do indivíduo, trazendo prejuízo em importantes áreas da vida como: a área profissional, a social, familiar e afetiva.
Principais sintomas: Geralmente a ansiedade e a preocupação estão associados com três ou mais dos seguintes sintomas:
inquietação, sensação de estar com os nervos à flor da pele;
fadiga mental e muscular;
dificuldade de concentração, sensação de "branco" na mente;
irritabilidade;
tensão muscular;
insônia.
Por que sentimos ansiedade? Entre outros motivos, sentimos ansiedade porque certas crenças que desenvolvemos ao longo da vida à respeito de nós e do mundo, nos tornam propensos a interpretar algumas situações como ameaçadoras, quando muitas vezes não são. Tais pensamentos ou crenças que nos causam ansiedade são disfuncionais e giram em torno de questões como: aceitação, competência, responsabilidade e controle.
Uma vez desenvolvido um quadro de ansiedade, as mudanças de atenção e comportamento só irão contribuir ainda mais para a manutenção do problema. Em situações ditas como ameaçadoras, as pessoas atentam, de forma seletiva, para os aspectos da situação que, para eles, parece denotar perigo.
Tratamento:
A Terapia Cognitivo-Comportamental tem como objetivo reduzir a ansiedade, na medida em que ensina seus pacientes a identificar, avaliar, controlar e modificar seus pensamentos negativos relacionados à noção de perigo e a comportamentos associados.
A ansiedade generalizada tem como característica predominante uma preocupação excessiva com relação a um ou mais eventos ou atividades da vida cotidiana. Essa ansiedade ocorre na maior parte do tempo e a pessoa considera difícil controlá-la.
Estar preocupado então não é normal?Na ansiedade normal, as preocupações são mais fáceis de serem controladas, podem ser adiadas e são menos propensas de virem acompanhadas de sintomas físicos. No TAG, as preocupações são mais difíceis de serem controladas, são mais invasivas, pronunciadas, aflitivas, duradouras e interferem de modo significativo no funcionamento do indivíduo, trazendo prejuízo em importantes áreas da vida como: a área profissional, a social, familiar e afetiva.
Principais sintomas: Geralmente a ansiedade e a preocupação estão associados com três ou mais dos seguintes sintomas:
inquietação, sensação de estar com os nervos à flor da pele;
fadiga mental e muscular;
dificuldade de concentração, sensação de "branco" na mente;
irritabilidade;
tensão muscular;
insônia.
Por que sentimos ansiedade? Entre outros motivos, sentimos ansiedade porque certas crenças que desenvolvemos ao longo da vida à respeito de nós e do mundo, nos tornam propensos a interpretar algumas situações como ameaçadoras, quando muitas vezes não são. Tais pensamentos ou crenças que nos causam ansiedade são disfuncionais e giram em torno de questões como: aceitação, competência, responsabilidade e controle.
Uma vez desenvolvido um quadro de ansiedade, as mudanças de atenção e comportamento só irão contribuir ainda mais para a manutenção do problema. Em situações ditas como ameaçadoras, as pessoas atentam, de forma seletiva, para os aspectos da situação que, para eles, parece denotar perigo.
Tratamento:
A Terapia Cognitivo-Comportamental tem como objetivo reduzir a ansiedade, na medida em que ensina seus pacientes a identificar, avaliar, controlar e modificar seus pensamentos negativos relacionados à noção de perigo e a comportamentos associados.
Stress
O stress é um dos transtornos mais comuns hoje em dia, principalmente devido ao estilo de vida que as pessoas levam. Pode afetar indivíduos de qualquer faixa etária ou classe social.
De uma forma bem simples, podemos definir o stress como um estado de tensão que leva ao desequilíbrio do organismo. Essa tensão pode ser causada tanto por eventos negativos quanto positivos pois ambos podem gerar mudanças significativas no cotidiano das pessoas, obrigando-os a novas adaptações.
O stress causa efeitos físicos, psicológicos e hormonais. Entre os exemplos desses efeitos estão: tensão muscular, insônia, problemas com memória, cansaço constante, irritabilidade excessiva, perda de senso de humor e vontade de fugir de tudo.
Um pequeno nível de stress não traz maiores danos, chegando mesmo a ser positivo, pois prepara o organismo para reagir às mudanças. Mas se ele for médio ou alto, o seu organismo começa a se mobilizar contra ele, podendo enfraquecer o seu corpo a ponto de facilitar o aparecimento de doenças.
Se você se identificou com esses sintomas, procure um psicólogo especializado. Ele fará o diagnóstico correto e, principalmente, ajudará você a manejar seu stress através de técnicas de controle do stress.
De uma forma bem simples, podemos definir o stress como um estado de tensão que leva ao desequilíbrio do organismo. Essa tensão pode ser causada tanto por eventos negativos quanto positivos pois ambos podem gerar mudanças significativas no cotidiano das pessoas, obrigando-os a novas adaptações.
O stress causa efeitos físicos, psicológicos e hormonais. Entre os exemplos desses efeitos estão: tensão muscular, insônia, problemas com memória, cansaço constante, irritabilidade excessiva, perda de senso de humor e vontade de fugir de tudo.
Um pequeno nível de stress não traz maiores danos, chegando mesmo a ser positivo, pois prepara o organismo para reagir às mudanças. Mas se ele for médio ou alto, o seu organismo começa a se mobilizar contra ele, podendo enfraquecer o seu corpo a ponto de facilitar o aparecimento de doenças.
Se você se identificou com esses sintomas, procure um psicólogo especializado. Ele fará o diagnóstico correto e, principalmente, ajudará você a manejar seu stress através de técnicas de controle do stress.
3 de outubro de 2007
Ajuda

Se existe um profissional que pode nos ajudar, porque não recorrer? O psicólogo é um especialista fundamental nesse processo de busca do equilíbrio psíquico. Existe uma série de preconceitos em relação ao trabalho desse profissional: "é coisa de maluco", "é coisa para gente fraca". Certamente todos já ouviram uma dessas afirmativas. Mas, na verdade, elas representam preconceitos, que só servem para retardar ainda mais o manejo de nossos problemas.
A psicoterapia cognitivo-comportamental é uma abordagem diretiva, estruturada, de curto prazo e comprovadamente eficaz para uma série de transtornos psicológicos tais como:
Síndrome do pânico,
Ansiedade generalizada,
Depressão,
Fobias,
Estresse,
Déficit de atenção,
Hiperatividade,
entre outros.
Não há restrição quanto a faixa etária: é indicada tanto para crianças e adolescentes como para adultos e idosos.
Então, se você acha que já é a hora de procurar um psicólogo, faça contato.
Psic. Geani Marina
Crp 08/12319
(41)9151-5539
A psicoterapia cognitivo-comportamental é uma abordagem diretiva, estruturada, de curto prazo e comprovadamente eficaz para uma série de transtornos psicológicos tais como:
Síndrome do pânico,
Ansiedade generalizada,
Depressão,
Fobias,
Estresse,
Déficit de atenção,
Hiperatividade,
entre outros.
Não há restrição quanto a faixa etária: é indicada tanto para crianças e adolescentes como para adultos e idosos.
Então, se você acha que já é a hora de procurar um psicólogo, faça contato.
Psic. Geani Marina
Crp 08/12319
(41)9151-5539
Por que fazer Psicoterapia?
O mundo de hoje desafia cotidianamente nosso equilíbrio emocional, uma vez que devemos estar preparados para lidar com uma grande variedade de problemas: escolares, profissionais, afetivos e sociais. Mas, infelizmente, nem sempre conseguimos esse equilíbrio por nós mesmos. Quando isso acontece, a ajuda profissional é importante. Problemas psicológicos acontecem com muitas pessoas, impossibilitando-as de levar uma vida satisfatória. Se o problema existe e não sabemos como lidar com ele, por que não procurar um especialista que se dedica inteiramente ao assunto? Conversar com um amigo, apesar de ser reconfortante, não é eficaz como a ajuda profissional.
Psic. Geani Marina
Crp 08/12319
(41)9151-5539
Psic. Geani Marina
Crp 08/12319
(41)9151-5539
Terapia Cognitivo - Comportamental
A psicoterapia cognitivo-comportamental é uma das abordagens psicológicas, sendo a mais moderna e a que vem mostrando grande eficácia no tratamento de diversos transtornos psicológicos.
A psicoterapia cognitivo-comportamental é uma forma de terapia objetiva, calcada em pesquisas científicas, que procura tratar os sintomas de maneira direta e eficaz, com ênfase no presente. Isto não quer dizer que não sejam tratados aspectos emocionais passados, mas sim que, inicialmente, o foco da terapia é o que mais aflige o paciente, e em grande parte esses problemas são pensamentos, sentimentos e comportamentos que estejam ocorrendo no dia a dia da pessoa. Em muitos casos (como ansiedade, depressão, estresse, fobias, transtornos alimentares, transtorno do pânico, transtorno obsessivo-compulsivo, entre outros) a pessoa está tão tomada pelo problema que sofre várias alterações no seu dia-a-dia, necessitando uma intervenção mais rápida e ativa para retornar ao seu equilíbrio anterior.
O terapeuta cognitivo-comportamental trabalha em conjunto com o cliente, aplicando e ensinando uma série de técnicas para que a pessoa possa sentir-se melhor, ao mesmo tempo em que adquire autoconhecimento. Os psicólogos cognitivo-comportamentais realizam periodicamente estudos científicos para comprovar a eficácia de suas ações. Devido ao índice de sucesso desses estudos e, principalmente, da melhora de muitas pessoas com o tratamento, é cada vez maior o número de profissionais de saúde que indicam pessoas para esta abordagem. Os médicos cada vez mais reconhecem a importância da TCC e indicam seus pacientes para este tipo de tratamento. Existem, inclusive, vários relatos de pessoas que já fizeram outras formas de psicoterapia, mas que, somente com a TCC, conseguiram sucesso em relação às suas dificuldades.
Se você possui dúvidas em relação à Terapia Cognitivo-Comportamental, me procure e solicite uma avaliação do seu caso e verifique de que forma você pode obter benefícios de uma das mais modernas e, eficazes, formas de psicoterapia existentes na atualidade.
A psicoterapia cognitivo-comportamental é uma forma de terapia objetiva, calcada em pesquisas científicas, que procura tratar os sintomas de maneira direta e eficaz, com ênfase no presente. Isto não quer dizer que não sejam tratados aspectos emocionais passados, mas sim que, inicialmente, o foco da terapia é o que mais aflige o paciente, e em grande parte esses problemas são pensamentos, sentimentos e comportamentos que estejam ocorrendo no dia a dia da pessoa. Em muitos casos (como ansiedade, depressão, estresse, fobias, transtornos alimentares, transtorno do pânico, transtorno obsessivo-compulsivo, entre outros) a pessoa está tão tomada pelo problema que sofre várias alterações no seu dia-a-dia, necessitando uma intervenção mais rápida e ativa para retornar ao seu equilíbrio anterior.
O terapeuta cognitivo-comportamental trabalha em conjunto com o cliente, aplicando e ensinando uma série de técnicas para que a pessoa possa sentir-se melhor, ao mesmo tempo em que adquire autoconhecimento. Os psicólogos cognitivo-comportamentais realizam periodicamente estudos científicos para comprovar a eficácia de suas ações. Devido ao índice de sucesso desses estudos e, principalmente, da melhora de muitas pessoas com o tratamento, é cada vez maior o número de profissionais de saúde que indicam pessoas para esta abordagem. Os médicos cada vez mais reconhecem a importância da TCC e indicam seus pacientes para este tipo de tratamento. Existem, inclusive, vários relatos de pessoas que já fizeram outras formas de psicoterapia, mas que, somente com a TCC, conseguiram sucesso em relação às suas dificuldades.
Se você possui dúvidas em relação à Terapia Cognitivo-Comportamental, me procure e solicite uma avaliação do seu caso e verifique de que forma você pode obter benefícios de uma das mais modernas e, eficazes, formas de psicoterapia existentes na atualidade.
Geani Marina Hostins
Psicóloga
CRP 08/12319
R: Av.Anita Garibaldi, 1223 - Sala 06 - Cabral - Ctba/Pr
(41)3044-2424/9151-5539 -
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